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16ª Conferência Nacional de Saúde é marcada pelo exercício da resistência, avalia diretora da Confetam/CUT

Servidores públicos municipais foram representados na Conferência pela secretária de Saúde da Confetam/CUT, Irene Rodrigues, e pelo diretor Oldack Cezar.

Escrito por: Déborah Lima • Publicado em: 07/08/2019 - 18:13 • Última modificação: 07/08/2019 - 18:54 Escrito por: Déborah Lima Publicado em: 07/08/2019 - 18:13 Última modificação: 07/08/2019 - 18:54

. Parte da delegação dos servidores públicos municipais na 16ª Conferência de Saúde

A secretária de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora da Confetam/CUT, Irene Rodrigues, juntamente com o diretor Oldack Cezar e delegações de servidores públicos municipais de todo o Brasil, representaram a categoria na 16ª Conferência Nacional de Saúde, realizada de 4 a 7 de agosto, em Brasília.

"Essa conferência já é histórica. Enquanto a 8ª foi de construção do Sistema Único de Saúde, a 16ª é de resistência ao desmonte do SUS e das políticas públicas sociais. A exemplo da 8ª, os delegados devem voltar às bases com a tarefa de dar continuidade à mobilização popular. O que difere agora é que não temos uma Constituinte para escrever a Carta Magna", compara Irene Rodrigues. Segundo ela, o dever dos trabalhadores é lutar pela derrubada da Emenda Constitucional (EC) 95, a EC da Morte. "Os servidores municipais estão com toda disposição de luta para defender o SUS", completou, se referindo à EC que congelou os investimentos públicos por 20 anos.

A 16ª Conferência Nacional de Saúde reuniu 5.457 pessoas, sendo 3.026 delegados e delegadas dos 26 estados e do Distrito Federal, além de convidados e jornalistas, que participaram de diversas atividades, entre elas conferências livres e atividades autogestoras.

Para além do programa oficial da Conferência, no dia 5 de agosto, das 17 às 20 horas, foi organizado um grande Ato em Defesa da Democracia, da Saúde e dos Princípios do SUS, conquistados com a Constituição de 88 como resultado da 8ª Conferência Nacional de Saúde.

“O grande marco da 16ª Conferência foi o exercício da democracia e da resistência, verificado nas falas dos debates e das plenárias. Trabalhadores, usuários do SUS e gestores do Brasil inteiro se uniram em torno da defesa da saúde pública universal, igualitária, equânime e integral para todo povo brasileiro, e da disposição dos delegados e delegadas para o enfrentamento no sentido de garantir o financiamento público da saúde”, avaliou Irene Rodrigues.

Título: 16ª Conferência Nacional de Saúde é marcada pelo exercício da resistência, avalia diretora da Confetam/CUT, Conteúdo: A secretária de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora da Confetam/CUT, Irene Rodrigues, juntamente com o diretor Oldack Cezar e delegações de servidores públicos municipais de todo o Brasil, representaram a categoria na 16ª Conferência Nacional de Saúde, realizada de 4 a 7 de agosto, em Brasília. Essa conferência já é histórica. Enquanto a 8ª foi de construção do Sistema Único de Saúde, a 16ª é de resistência ao desmonte do SUS e das políticas públicas sociais. A exemplo da 8ª, os delegados devem voltar às bases com a tarefa de dar continuidade à mobilização popular. O que difere agora é que não temos uma Constituinte para escrever a Carta Magna, compara Irene Rodrigues. Segundo ela, o dever dos trabalhadores é lutar pela derrubada da Emenda Constitucional (EC) 95, a EC da Morte. Os servidores municipais estão com toda disposição de luta para defender o SUS, completou, se referindo à EC que congelou os investimentos públicos por 20 anos. A 16ª Conferência Nacional de Saúde reuniu 5.457 pessoas, sendo 3.026 delegados e delegadas dos 26 estados e do Distrito Federal, além de convidados e jornalistas, que participaram de diversas atividades, entre elas conferências livres e atividades autogestoras. Para além do programa oficial da Conferência, no dia 5 de agosto, das 17 às 20 horas, foi organizado um grande Ato em Defesa da Democracia, da Saúde e dos Princípios do SUS, conquistados com a Constituição de 88 como resultado da 8ª Conferência Nacional de Saúde. “O grande marco da 16ª Conferência foi o exercício da democracia e da resistência, verificado nas falas dos debates e das plenárias. Trabalhadores, usuários do SUS e gestores do Brasil inteiro se uniram em torno da defesa da saúde pública universal, igualitária, equânime e integral para todo povo brasileiro, e da disposição dos delegados e delegadas para o enfrentamento no sentido de garantir o financiamento público da saúde”, avaliou Irene Rodrigues.



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