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Aposentados discutem coleta de assinaturas contra reforma trabalhista

A ideia é anular os prejuízos causados pela reforma trabalhista por meio de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PLIP).

Escrito por: Pedro Carrano • Publicado em: 14/09/2017 - 16:19 • Última modificação: 19/09/2017 - 18:10 Escrito por: Pedro Carrano Publicado em: 14/09/2017 - 16:19 Última modificação: 19/09/2017 - 18:10

Pedro Carrano Secretária de Relações do Trabalho da CUT Brasil, Graça Costa participou da atividade em Curitiba

O tema do debate foi o momento da conjuntura e os trabalhadores, abordando os impactos da reforma trabalhista, aprovada pelo Senado ainda no dia 13 de julho.

A convidada para o espaço é a secretária de Relações do Trabalho, Graça Costa, da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

A central sindical lançou no dia de hoje o “Dia Nacional de Lutas para Anulação da Reforma Trabalhista”, com o objetivo de coletar mais de 1,3 de assinaturas para apresentar ao Congresso um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip).

A ideia é anular com isso a reforma trabalhista (PLC 38/2017) e também a terceirização, que apresenta amplos prejuízos aos trabalhadores. 

“A nova geração no mercado de trabalho precisa de nós, devido aos ataques à legislação trabalhista, corremos o risco de voltar às políticas de 2002”, diz.

Título: Aposentados discutem coleta de assinaturas contra reforma trabalhista, Conteúdo: O tema do debate foi o momento da conjuntura e os trabalhadores, abordando os impactos da reforma trabalhista, aprovada pelo Senado ainda no dia 13 de julho. A convidada para o espaço é a secretária de Relações do Trabalho, Graça Costa, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). A central sindical lançou no dia de hoje o “Dia Nacional de Lutas para Anulação da Reforma Trabalhista”, com o objetivo de coletar mais de 1,3 de assinaturas para apresentar ao Congresso um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip). A ideia é anular com isso a reforma trabalhista (PLC 38/2017) e também a terceirização, que apresenta amplos prejuízos aos trabalhadores.  “A nova geração no mercado de trabalho precisa de nós, devido aos ataques à legislação trabalhista, corremos o risco de voltar às políticas de 2002”, diz.



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