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Confetam convoca municipais para a Greve Geral da Classe Trabalhadora no dia 11 de novembro

Até lá, os dirigentes da categoria deverão intensificar a mobilização nos locais de trabalho para que a adesão à greve seja a maior possível, com a paralisação das prefeituras em todo o país

Escrito por: Confetam • Publicado em: 13/10/2016 - 14:29 • Última modificação: 19/10/2016 - 15:26 Escrito por: Confetam Publicado em: 13/10/2016 - 14:29 Última modificação: 19/10/2016 - 15:26

Marcos Adegas Municipais paralisarão as atividades contra o governo de Michel de Temer

Em resposta aos sucessivos golpes contra a democracia, o patrimônio nacional e os direitos constitucionais do povo brasileiro, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) convoca todas as federações, sindicatos e servidores da base a reagirem à série de ataques do governo golpista de Michel Temer (PMDB/SP) com uma grande greve geral, no dia 11 de novembro. Até lá, os dirigentes da categoria deverão intensificar a mobilização nas bases para que a adesão a Greve Geral seja a maior possível, com a paralisação das prefeituras em todo o país.

A Confetam/CUT entende que não há outra maneira, senão a greve geral, de barrar esta nova etapa do golpe, cujo alvo, após a deposição da presidente Dilma Rousseff, passa a ser o desmantelamento do patrimônio da Petrobrás e do Estado de bem-estar social, por meio da aprovação do PL 4.567/16 e da PEC 241/16, respectivamente.

"O impeachment, a entrega do pré-sal ao capital internacional e o congelamento dos investimentos públicos em saúde, educação, segurança, saneamento básico, entre outros direitos constitucionais, são apenas o início de uma fase de retrocessos civilizatórios que podem comprometer o futuro do Brasil por várias gerações. Por isso, precisamos reagir! E a reação dos municipais será aderir à greve geral para parar o país e barrar as reformas de Michel Temer", afirma a presidente da Confetam, Vilani Oliveira.

A orientação é que os sindicatos realizem assembleias para deliberar sobre a greve e envolver o máximo que puder o conjunto das categorias. Sensibilizar os servidores municipais para paralisarem suas atividades, promovendo manifestações em frente às sedes das prefeituras, das Câmaras Municipais, em praças públicas, sempre esclarecendo à população o que o futuro reserva aos trabalhadores e suas famílias, caso a sociedade não se rebele de forma contundente contra a pauta bomba que tramita no Congresso Nacional. 

A greve geral será uma reação concreta dos trabalhadores contra a destruição da Constituição Federal de 1988, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), da Previdência Social, do Sistema Único de Saúde (SUS), do Ensino Médio e do conjunto de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários da população.

"Não basta cruzarmos os braços. Precisamos aproveitar o espaço da greve para dialogar com a sociedade e esclarecer os impactos das reformas na vida, no dia a dia de cada cidadão. A população precisa entender que, se não houver uma mobilização nacional conjunta, as principais vítimas de Michel Temer serão os trabalhadores, seus filhos e netos", alerta a presidente da Confetam.

A Greve Geral está sendo convocado em todo o Brasil pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), em conjunto com as principais centrais sindicais do país, as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, para protestar contra a retirada de direitos, o arrocho salarial, a privatização das empresas e dos serviços públicos, a entrega das riquezas nacionais às multinacionais, a diminuição drástica de investimentos em serviços públicos essenciais e a reforma da Previdência.

Por isso, no dia 11 de novembro, servidores públicos municipais, estaduais, federais, empregados da iniciativa privada, trabalhadores do campo e das cidades, juventudes, mulheres, negros e negras, homossexuais, pessoas com deficiência e movimentos populares e sociais cruzarão os braços e ocuparão as ruas do Brasil para dizer:

. Não à PEC 241 e ao PL 257!

. Não à Reforma da Previdência!

. Não à MP do Ensino Médio!

. Não a Lei da Mordaça!

. Não à terceirização!

. Não à prevalência do negociado sobre o legislado!

. Não à flexibilização do contrato de trabalho!

. Não aceitaremos nenhum retrocesso!

. Lutar e resistir!

Título: Confetam convoca municipais para a Greve Geral da Classe Trabalhadora no dia 11 de novembro, Conteúdo: Em resposta aos sucessivos golpes contra a democracia, o patrimônio nacional e os direitos constitucionais do povo brasileiro, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) convoca todas as federações, sindicatos e servidores da base a reagirem à série de ataques do governo golpista de Michel Temer (PMDB/SP) com uma grande greve geral, no dia 11 de novembro. Até lá, os dirigentes da categoria deverão intensificar a mobilização nas bases para que a adesão a Greve Geral seja a maior possível, com a paralisação das prefeituras em todo o país. A Confetam/CUT entende que não há outra maneira, senão a greve geral, de barrar esta nova etapa do golpe, cujo alvo, após a deposição da presidente Dilma Rousseff, passa a ser o desmantelamento do patrimônio da Petrobrás e do Estado de bem-estar social, por meio da aprovação do PL 4.567/16 e da PEC 241/16, respectivamente. O impeachment, a entrega do pré-sal ao capital internacional e o congelamento dos investimentos públicos em saúde, educação, segurança, saneamento básico, entre outros direitos constitucionais, são apenas o início de uma fase de retrocessos civilizatórios que podem comprometer o futuro do Brasil por várias gerações. Por isso, precisamos reagir! E a reação dos municipais será aderir à greve geral para parar o país e barrar as reformas de Michel Temer, afirma a presidente da Confetam, Vilani Oliveira. A orientação é que os sindicatos realizem assembleias para deliberar sobre a greve e envolver o máximo que puder o conjunto das categorias. Sensibilizar os servidores municipais para paralisarem suas atividades, promovendo manifestações em frente às sedes das prefeituras, das Câmaras Municipais, em praças públicas, sempre esclarecendo à população o que o futuro reserva aos trabalhadores e suas famílias, caso a sociedade não se rebele de forma contundente contra a pauta bomba que tramita no Congresso Nacional.  A greve geral será uma reação concreta dos trabalhadores contra a destruição da Constituição Federal de 1988, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), da Previdência Social, do Sistema Único de Saúde (SUS), do Ensino Médio e do conjunto de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários da população. Não basta cruzarmos os braços. Precisamos aproveitar o espaço da greve para dialogar com a sociedade e esclarecer os impactos das reformas na vida, no dia a dia de cada cidadão. A população precisa entender que, se não houver uma mobilização nacional conjunta, as principais vítimas de Michel Temer serão os trabalhadores, seus filhos e netos, alerta a presidente da Confetam. A Greve Geral está sendo convocado em todo o Brasil pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), em conjunto com as principais centrais sindicais do país, as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, para protestar contra a retirada de direitos, o arrocho salarial, a privatização das empresas e dos serviços públicos, a entrega das riquezas nacionais às multinacionais, a diminuição drástica de investimentos em serviços públicos essenciais e a reforma da Previdência. Por isso, no dia 11 de novembro, servidores públicos municipais, estaduais, federais, empregados da iniciativa privada, trabalhadores do campo e das cidades, juventudes, mulheres, negros e negras, homossexuais, pessoas com deficiência e movimentos populares e sociais cruzarão os braços e ocuparão as ruas do Brasil para dizer: . Não à PEC 241 e ao PL 257! . Não à Reforma da Previdência! . Não à MP do Ensino Médio! . Não a Lei da Mordaça! . Não à terceirização! . Não à prevalência do negociado sobre o legislado! . Não à flexibilização do contrato de trabalho! . Não aceitaremos nenhum retrocesso! . Lutar e resistir!



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