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Confetam convoca municipais para o Dia Nacional de Paralisação preparatório à greve geral

Entidades mobilizarão as bases para os atos de 22 de setembro, data em os trabalhadores cruzarão os braços numa atividade preparatória à greve geral contra a retirada de direitos pelo governo golpista

Escrito por: Confetam • Publicado em: 02/09/2016 - 09:55 • Última modificação: 05/09/2016 - 16:10 Escrito por: Confetam Publicado em: 02/09/2016 - 09:55 Última modificação: 05/09/2016 - 16:10

. Na segunda etapa do golpe, os direitos e patrimônio público são os alvos

Consolidado o golpe parlamentar, que resultou na deposição, no dia 31 de agosto de 2016, de uma presidente legitimamente eleita, os movimentos sindicais, sociais e populares iniciam, neste mês de setembro, uma nova fase da luta em defesa da democracia e da classe trabalhadora. Entendemos que o impeachment de Dilma Rousseff é apenas a primeira etapa do golpe, que volta suas baterias agora na direção dos trabalhadores, do povo brasileiro e da Nação.

O claro objetivo desta segunda fase do golpe é extinguir direitos sociais e trabalhistas, entregar as riquezas do país ao grande capital nacional e internacional e instituir o Estado mínimo no Brasil. O principal palco dos novos ataques que se avizinham continua sendo o Congresso Nacional, onde tramita na Câmara dos Deputados e no Senado um claro projeto de desmonte do Estado brasileiro.

Nesta nova fase de lutas, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) convoca os servidores municipais de todo o país a reagir com firmeza e a denunciar, nas ruas e nos locais de trabalho, a agenda de retrocessos que o governo ilegítimo de Michel Temer reserva ao serviço público, aos trabalhadores da iniciativa privada e à população pobre deste país.

A primeira grande reação organizada está agendada para o dia 22 de setembro, data em que nossas federações, sindicatos e categoria devem aderir em seus estados à programação do Dia Nacional de Paralisações. Organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), a paralisação será um “esquenta” para a greve geral, articulada em unidade com as demais centrais sindicais.

Iremos às ruas para alerta ao novo governo que a classe trabalhadora não aceitará passivamente o retrocesso civilizatório ou a imposição de perdas de quaisquer conquistas alcançadas durante anos de luta. Deixaremos claro que jamais reconheceremos o presidente golpista e que não daremos nenhum um dia de trégua ao mandato ilegítimo conferido a ele indiretamente por deputados e senadores, passando por cima da vontade de 54 milhões de brasileiros que escolheram nas urnas um projeto democrático e popular, diferente daquele hoje em vigor.

Protestaremos veementemente contra a “pauta bomba” do Congresso Nacional. Diremos NÃO ao PLP 257, que desmonta o serviço público; à PEC 241, que congela o orçamento público por 20 anos e reduz investimentos em políticas públicas essenciais como saúde, educação e segurança; ao PL 4567, que entrega a riqueza do nosso pré-sal à exploração das grandes petrolíferas estrangeiras; à criminalização dos movimentos sociais, à Reforma da Previdência, à terceirização sem limites, à privatização das estatais, à entrega de nossas fontes de energia às multinacionais, e à imposição da mordaça aos professores em sala de aula. Defenderemos com vigor o Estado laico e a Lei do Piso do Magistério.

Exigiremos políticas de Estado indutoras do desenvolvimento social e econômico, com geração de empregos e aumento da renda do trabalhador. Cobraremos políticas públicas que estanquem a escalada da precarização e que democratizem as relações de trabalho no Brasil. Como se percebe, nossa pauta de resistência é extensa e exigirá o compromisso histórico e o engajamento de todos os 7 milhões de servidores públicos municipais em cada uma das 5.570 cidades brasileiras .

Neste momento crucial, nosso compromisso transcende à defesa da categoria. O que está em jogo agora é o futuro das novas gerações de trabalhadores brasileiros, dos nossos filhos e netos, e a da soberania nacional. Portanto, todos às ruas no dia 22 de setembro, rumo à greve geral em defesa do Brasil e dos brasileiros.

Título: Confetam convoca municipais para o Dia Nacional de Paralisação preparatório à greve geral, Conteúdo: Consolidado o golpe parlamentar, que resultou na deposição, no dia 31 de agosto de 2016, de uma presidente legitimamente eleita, os movimentos sindicais, sociais e populares iniciam, neste mês de setembro, uma nova fase da luta em defesa da democracia e da classe trabalhadora. Entendemos que o impeachment de Dilma Rousseff é apenas a primeira etapa do golpe, que volta suas baterias agora na direção dos trabalhadores, do povo brasileiro e da Nação. O claro objetivo desta segunda fase do golpe é extinguir direitos sociais e trabalhistas, entregar as riquezas do país ao grande capital nacional e internacional e instituir o Estado mínimo no Brasil. O principal palco dos novos ataques que se avizinham continua sendo o Congresso Nacional, onde tramita na Câmara dos Deputados e no Senado um claro projeto de desmonte do Estado brasileiro. Nesta nova fase de lutas, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) convoca os servidores municipais de todo o país a reagir com firmeza e a denunciar, nas ruas e nos locais de trabalho, a agenda de retrocessos que o governo ilegítimo de Michel Temer reserva ao serviço público, aos trabalhadores da iniciativa privada e à população pobre deste país. A primeira grande reação organizada está agendada para o dia 22 de setembro, data em que nossas federações, sindicatos e categoria devem aderir em seus estados à programação do Dia Nacional de Paralisações. Organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), a paralisação será um “esquenta” para a greve geral, articulada em unidade com as demais centrais sindicais. Iremos às ruas para alerta ao novo governo que a classe trabalhadora não aceitará passivamente o retrocesso civilizatório ou a imposição de perdas de quaisquer conquistas alcançadas durante anos de luta. Deixaremos claro que jamais reconheceremos o presidente golpista e que não daremos nenhum um dia de trégua ao mandato ilegítimo conferido a ele indiretamente por deputados e senadores, passando por cima da vontade de 54 milhões de brasileiros que escolheram nas urnas um projeto democrático e popular, diferente daquele hoje em vigor. Protestaremos veementemente contra a “pauta bomba” do Congresso Nacional. Diremos NÃO ao PLP 257, que desmonta o serviço público; à PEC 241, que congela o orçamento público por 20 anos e reduz investimentos em políticas públicas essenciais como saúde, educação e segurança; ao PL 4567, que entrega a riqueza do nosso pré-sal à exploração das grandes petrolíferas estrangeiras; à criminalização dos movimentos sociais, à Reforma da Previdência, à terceirização sem limites, à privatização das estatais, à entrega de nossas fontes de energia às multinacionais, e à imposição da mordaça aos professores em sala de aula. Defenderemos com vigor o Estado laico e a Lei do Piso do Magistério. Exigiremos políticas de Estado indutoras do desenvolvimento social e econômico, com geração de empregos e aumento da renda do trabalhador. Cobraremos políticas públicas que estanquem a escalada da precarização e que democratizem as relações de trabalho no Brasil. Como se percebe, nossa pauta de resistência é extensa e exigirá o compromisso histórico e o engajamento de todos os 7 milhões de servidores públicos municipais em cada uma das 5.570 cidades brasileiras . Neste momento crucial, nosso compromisso transcende à defesa da categoria. O que está em jogo agora é o futuro das novas gerações de trabalhadores brasileiros, dos nossos filhos e netos, e a da soberania nacional. Portanto, todos às ruas no dia 22 de setembro, rumo à greve geral em defesa do Brasil e dos brasileiros.



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