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Confetam/CUT apoia servidores/as municipais de Gravatá

Em greve há nove dias, trabalhadores/as buscam negociação de 12 itens com a Prefeitura.

Escrito por: Confetam/CUT • Publicado em: 14/10/2015 - 09:19 • Última modificação: 22/10/2015 - 12:18 Escrito por: Confetam/CUT Publicado em: 14/10/2015 - 09:19 Última modificação: 22/10/2015 - 12:18

Divulgação

A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal - CUT (Confetam/CUT) manifesta publicamente apoio aos servidores/as municipais de Gravatá (PE), que se encontram em greve há nove dias devido à ausência de negociação por parte do prefeito Bruno Martiniano.
 
A categoria apresentou uma pauta com 12 itens que, até o momento, não foram respondidas. Dentre as reivindicações, destaca-se o reajuste salarial; o cumprimento do calendário de pagamento; o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), descumprido pelo prefeito, e o adicional de insalubridade para os servidores da Saúde.
 
Diante da inércia do Poder Executivo, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Gravatá (Sindsgra), com apoio da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado de Pernambuco (Fetampe), reforçou a mobilização da base, com ocupação da sede da Prefeitura, da Câmara Municipal e da Secretaria de Saúde, além de acampamento na Praça Rodolfo de Moraes (Paço Municipal). Todas as ações de paralização foram organizadas resguardando o mínimo de 30% da manutenção do serviço público, a fim de garantir as condições mínimas de atendimento à população gravataense.
 
A negativa da Prefeitura de Gravatá é inconcebível. A situação da cidade mostra, mais uma vez, a necessidade de se lutar por medidas como a regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A norma prevê, entre outros pontos, a liberdade sindical e a mesa de negociação em todas as instâncias do Serviço Público. É uma medida fundamental para enfrentar gestores intransigentes.
 
Além disso, o momento também alerta para o discurso de "crise" emplacado pelas Prefeituras. Em Gravatá, agentes de saúde e endemias tiveram salários atrasados no mês de outubro sob a justificativa de atrasos nos recursos. Contudo, o repasse relativo aos pagamentos já estava na conta da Prefeitura desde o dia 28 de setembro. O controle social torna-se essencial nestes casos. Os servidores municipais precisam estar atentos às ferramentas de fiscalização, sobretudo os portais da transparência, para ver se, de fato, o Executivo está sem dinheiro ou se há indisposição de prefeitos em atender a categoria.
 
A Confetam/CUT, a Fetampe e a CUT Pernambuco estão com os servidores e servidoras de Gravatá na luta por uma cidade melhor e pelo trabalho decente. Negociação já!
Título: Confetam/CUT apoia servidores/as municipais de Gravatá, Conteúdo: A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal - CUT (Confetam/CUT) manifesta publicamente apoio aos servidores/as municipais de Gravatá (PE), que se encontram em greve há nove dias devido à ausência de negociação por parte do prefeito Bruno Martiniano.   A categoria apresentou uma pauta com 12 itens que, até o momento, não foram respondidas. Dentre as reivindicações, destaca-se o reajuste salarial; o cumprimento do calendário de pagamento; o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), descumprido pelo prefeito, e o adicional de insalubridade para os servidores da Saúde.   Diante da inércia do Poder Executivo, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Gravatá (Sindsgra), com apoio da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado de Pernambuco (Fetampe), reforçou a mobilização da base, com ocupação da sede da Prefeitura, da Câmara Municipal e da Secretaria de Saúde, além de acampamento na Praça Rodolfo de Moraes (Paço Municipal). Todas as ações de paralização foram organizadas resguardando o mínimo de 30% da manutenção do serviço público, a fim de garantir as condições mínimas de atendimento à população gravataense.   A negativa da Prefeitura de Gravatá é inconcebível. A situação da cidade mostra, mais uma vez, a necessidade de se lutar por medidas como a regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A norma prevê, entre outros pontos, a liberdade sindical e a mesa de negociação em todas as instâncias do Serviço Público. É uma medida fundamental para enfrentar gestores intransigentes.   Além disso, o momento também alerta para o discurso de crise emplacado pelas Prefeituras. Em Gravatá, agentes de saúde e endemias tiveram salários atrasados no mês de outubro sob a justificativa de atrasos nos recursos. Contudo, o repasse relativo aos pagamentos já estava na conta da Prefeitura desde o dia 28 de setembro. O controle social torna-se essencial nestes casos. Os servidores municipais precisam estar atentos às ferramentas de fiscalização, sobretudo os portais da transparência, para ver se, de fato, o Executivo está sem dinheiro ou se há indisposição de prefeitos em atender a categoria.   A Confetam/CUT, a Fetampe e a CUT Pernambuco estão com os servidores e servidoras de Gravatá na luta por uma cidade melhor e pelo trabalho decente. Negociação já!



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