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Confetam/CUT convoca municipais a cruzarem os braços no dia 28 de abril para barrar reformas de Temer

Na data, municipais de todo o Brasil cruzarão os braços e trocarão os locais de trabalho pelas ruas para barrar as reformas trabalhista, previdenciária e a Lei das Terceirizações

Escrito por: Confetam • Publicado em: 10/04/2017 - 18:56 • Última modificação: 17/04/2017 - 17:17 Escrito por: Confetam Publicado em: 10/04/2017 - 18:56 Última modificação: 17/04/2017 - 17:17

. No dia 28 de abril, os servidores públicos muncipais vão parar em todo o Brasil

A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) convoca as federações filiadas, os sindicatos da categoria e os servidores da base para a Greve Geral da Classe Trabalhadora, chamada pelas centrais sindicais brasileiras para o dia 28 de abril, com o objetivo de barrar a Reforma Trabalhista (PL 6787/16), a Reforma da Previdência (PEC 287/16) e a Lei das Terceirizações (PL 4302/98).

Depois do sucesso das três paralisações nacionais promovidas nos dias 8 (Dia Internacional da Mulher), 15 e 31 de março (aniversário de 53 anos do golpe de 1964 e data da sanção da Lei das Terceirizações pelo presidente ilegítimo), os servidores públicos municipais trocarão os locais de trabalho pelas ruas de seus municípios para exigir a retirada da pauta do Congresso das reformas que desmontam as legislações trabalhista e previdenciária, extinguindo direitos e acabando com a aposentadoria. 

A pressa do governo golpista em liquidar rapidamente os direitos dos trabalhadores fez com que o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ), antecipasse para o dia 19 de abril a votação do relatório da Reforma Trabalhista, que tramita em Comissão Especial da Casa. Em função de mais esse golpe, a CUT está convocando líderes sindicais de todo o Brasil a intensificarem o calendário de preparação da Greve Geral, com a realização de um novo dia de protestos e mobilizações, em 18 de abril, véspera da votação. No dia 19, representantes dos estados e Ramos se juntam aos companheiros do Distrito Federal na mobilização que a CUT realizará em Brasília.

A adesão em massa dos servidores públicos municipais à Greve Geral é estratégica para a vitória do movimento, tendo em vista a capilaridade da categoria, a capacidade de mobilização desses trabalhadores nos municípios e o poder de persuasão dos servidores junto às comunidades locais no sentido de esclarecer os prejuízos das reformas e convencer a população a também aderir à paralisação.

No dia 28 de abril, os municipais vão parar o Brasil para denunciar a desastrada política de ajuste fiscal de Michel Temer, que mergulhou o Brasil na maior recessão econômica da história, condenando mais de 13 milhões de trabalhadores ao desemprego. 

Vamos dizer NÃO às tentativas do governo temeroso de acabar com a previdência pública, de rasgar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de precarizar ainda mais as relações de trabalho, de fragilizar a organização sindical e de "flexibilizar" direitos fundamentais conquistados ao longo de décadas de luta, como férias, décimo terceiro, jornada de trabalho, descanso remunerado, horas extras, etc.

Para defender a Constituição e o Estado Democrático de Direito da sanha do governo golpista, conclamamos todos os trabalhadores do serviço público municipal a cruzarem os braços no dia 28 de abril e ocuparem as ruas de suas cidades para barrarmos juntos os retrocessos que o presidente ilegítimo pretende impor à classe trabalhadora.  

TODOS ÀS RUAS NO DIA 28 DE ABRIL!

GREVE GERAL CONTRA AS REFORMAS TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA!

NÃO À TERCEIRIZAÇÃO!

EM DEFESA DA CONSTITUIÇÃO E DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO!

FORA TEMER!

NENHUM DIREITO A MENOS!

 

Título: Confetam/CUT convoca municipais a cruzarem os braços no dia 28 de abril para barrar reformas de Temer, Conteúdo: A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) convoca as federações filiadas, os sindicatos da categoria e os servidores da base para a Greve Geral da Classe Trabalhadora, chamada pelas centrais sindicais brasileiras para o dia 28 de abril, com o objetivo de barrar a Reforma Trabalhista (PL 6787/16), a Reforma da Previdência (PEC 287/16) e a Lei das Terceirizações (PL 4302/98). Depois do sucesso das três paralisações nacionais promovidas nos dias 8 (Dia Internacional da Mulher), 15 e 31 de março (aniversário de 53 anos do golpe de 1964 e data da sanção da Lei das Terceirizações pelo presidente ilegítimo), os servidores públicos municipais trocarão os locais de trabalho pelas ruas de seus municípios para exigir a retirada da pauta do Congresso das reformas que desmontam as legislações trabalhista e previdenciária, extinguindo direitos e acabando com a aposentadoria.  A pressa do governo golpista em liquidar rapidamente os direitos dos trabalhadores fez com que o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ), antecipasse para o dia 19 de abril a votação do relatório da Reforma Trabalhista, que tramita em Comissão Especial da Casa. Em função de mais esse golpe, a CUT está convocando líderes sindicais de todo o Brasil a intensificarem o calendário de preparação da Greve Geral, com a realização de um novo dia de protestos e mobilizações, em 18 de abril, véspera da votação. No dia 19, representantes dos estados e Ramos se juntam aos companheiros do Distrito Federal na mobilização que a CUT realizará em Brasília. A adesão em massa dos servidores públicos municipais à Greve Geral é estratégica para a vitória do movimento, tendo em vista a capilaridade da categoria, a capacidade de mobilização desses trabalhadores nos municípios e o poder de persuasão dos servidores junto às comunidades locais no sentido de esclarecer os prejuízos das reformas e convencer a população a também aderir à paralisação. No dia 28 de abril, os municipais vão parar o Brasil para denunciar a desastrada política de ajuste fiscal de Michel Temer, que mergulhou o Brasil na maior recessão econômica da história, condenando mais de 13 milhões de trabalhadores ao desemprego.  Vamos dizer NÃO às tentativas do governo temeroso de acabar com a previdência pública, de rasgar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de precarizar ainda mais as relações de trabalho, de fragilizar a organização sindical e de flexibilizar direitos fundamentais conquistados ao longo de décadas de luta, como férias, décimo terceiro, jornada de trabalho, descanso remunerado, horas extras, etc. Para defender a Constituição e o Estado Democrático de Direito da sanha do governo golpista, conclamamos todos os trabalhadores do serviço público municipal a cruzarem os braços no dia 28 de abril e ocuparem as ruas de suas cidades para barrarmos juntos os retrocessos que o presidente ilegítimo pretende impor à classe trabalhadora.   TODOS ÀS RUAS NO DIA 28 DE ABRIL! GREVE GERAL CONTRA AS REFORMAS TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA! NÃO À TERCEIRIZAÇÃO! EM DEFESA DA CONSTITUIÇÃO E DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO! FORA TEMER! NENHUM DIREITO A MENOS!  



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