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Confetam/CUT exige liberdade imediata e incondicional de Louisa Hanoune

Dirigente do PT da Argélia foi presa por decisão do Tribunal Militar de Blida.

Escrito por: Confetam/CUT • Publicado em: 24/05/2019 - 14:00 • Última modificação: 25/05/2019 - 08:30 Escrito por: Confetam/CUT Publicado em: 24/05/2019 - 14:00 Última modificação: 25/05/2019 - 08:30

Desde o último dia 9 de maio, a secretária-geral do Partido dos Trabalhadores da Argélia, Louisa Hanoune, encontra-se presa por decisão do Tribunal Militar de Blida, após atender convocação a prestar depoimento como testemunha.

Essa prisão é injustificada sob todos os pontos de vista. Louisa Hanoune é uma militante de larga trajetória na Argélia, tendo sido candidata pelo seu partido a presidente da república em três oportunidades – em 2004 foi a primeira mulher argelina a candidatar-se a esse posto, em 2009 e em 2014 -, além de deputada da Assembleia Nacional por cinco mandatos consecutivos desde 1997. Louisa é também uma das coordenadoras do Acordo Internacional dos Trabalhadores e Povos.

A sua prisão por um tribunal militar ocorreu às vésperas de grandes manifestações de massa pelo “fim do sistema” que ocupam as ruas de Argel e outras cidades do país todas as sextas-feiras desde 22 de fevereiro passado, com o povo argelino expressando de forma contundente a sua vontade de construir uma democracia verdadeira. Em 10 de maio, a exigência de “Liberdade para Louisa Hanoune” foi levantada nessas manifestações.

Muitas já são as vozes que se levantam na Argélia e outros países, independentemente da opinião política de cada um, contra essa arbitrariedade. Nossa organização, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal – Confetam/CUT, se soma a elas na exigência dirigida às autoridades responsáveis pela sua prisão: liberdade imediata e incondicional de Louisa Hanoune!

Fortaleza/CE, 23 de maio de 2019

Direção Nacional da Confetam/CUT

Título: Confetam/CUT exige liberdade imediata e incondicional de Louisa Hanoune, Conteúdo: Desde o último dia 9 de maio, a secretária-geral do Partido dos Trabalhadores da Argélia, Louisa Hanoune, encontra-se presa por decisão do Tribunal Militar de Blida, após atender convocação a prestar depoimento como testemunha. Essa prisão é injustificada sob todos os pontos de vista. Louisa Hanoune é uma militante de larga trajetória na Argélia, tendo sido candidata pelo seu partido a presidente da república em três oportunidades – em 2004 foi a primeira mulher argelina a candidatar-se a esse posto, em 2009 e em 2014 -, além de deputada da Assembleia Nacional por cinco mandatos consecutivos desde 1997. Louisa é também uma das coordenadoras do Acordo Internacional dos Trabalhadores e Povos. A sua prisão por um tribunal militar ocorreu às vésperas de grandes manifestações de massa pelo “fim do sistema” que ocupam as ruas de Argel e outras cidades do país todas as sextas-feiras desde 22 de fevereiro passado, com o povo argelino expressando de forma contundente a sua vontade de construir uma democracia verdadeira. Em 10 de maio, a exigência de “Liberdade para Louisa Hanoune” foi levantada nessas manifestações. Muitas já são as vozes que se levantam na Argélia e outros países, independentemente da opinião política de cada um, contra essa arbitrariedade. Nossa organização, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal – Confetam/CUT, se soma a elas na exigência dirigida às autoridades responsáveis pela sua prisão: liberdade imediata e incondicional de Louisa Hanoune! Fortaleza/CE, 23 de maio de 2019 Direção Nacional da Confetam/CUT



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