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Confetam e federações repudiam campanha da CNM contra o piso nacional da enfermagem

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) enviou carta aos senadores pedindo posição contrária ao PL 2.564/20 que estabelece o piso salarial para profissionais do setor

Escrito por: Confetam/CUT • Publicado em: 04/05/2021 - 15:26 • Última modificação: 04/05/2021 - 15:57 Escrito por: Confetam/CUT Publicado em: 04/05/2021 - 15:26 Última modificação: 04/05/2021 - 15:57

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A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) e suas 18 federações estaduais filiadas vêm manifestar publicamente o repúdio das entidades representativas da categoria ao ofício enviado aos senadores pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), no último dia 30 de abril, pedindo posicionamento contrário dos parlamentares ao Projeto de Lei nº 2.564/2020. O PL estabelece um piso salarial nacional para 2,4 milhões profissionais da enfermagem, sendo 781,4 mil contratados pelos municípios.

Diante da guerra à pandemia - cuja linha de frente é ocupada por enfermeiros, técnicos, auxiliares e trabalhadores da enfermagem -, é inconcebível tal postura da entidade máxima de representação dos 5.568 municípios brasileiros. Nesta crise sanitária, que coloca o Brasil como o país com o maior número de mortes por Covid-19 registrado entre equipes de enfermagem do mundo, os trabalhadores do setor esperavam o mínimo de respeito e solidariedade da CNM.

Longe de ser uma “insensatez” que supostamente levaria administrações municipais ao “colapso fiscal”, como descreve a CNM na carta enviada aos senadores, o PL 2.564/20 é o reconhecimento do trabalhado da categoria, imprescindível para salvar milhares de vidas numa guerra que já matou mais de 400 mil brasileiros diante da omissão criminosa do presidente genocida Jair Bolsonaro.  

Enquanto repudia o posicionamento da CNM, a Confetam/CUT e suas federações reiteram o apoio das entidades representativas do Ramo dos Servidores Municipais CUTistas à luta pelos direitos dos trabalhadores da enfermagem, que inclui a defesa do PL 2.564/20 no Congresso Nacional e nos Parlamentos locais.

Fortaleza, 3 de maio de 2021.

Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal e federações filiadas

 

Título: Confetam e federações repudiam campanha da CNM contra o piso nacional da enfermagem, Conteúdo: A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) e suas 18 federações estaduais filiadas vêm manifestar publicamente o repúdio das entidades representativas da categoria ao ofício enviado aos senadores pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), no último dia 30 de abril, pedindo posicionamento contrário dos parlamentares ao Projeto de Lei nº 2.564/2020. O PL estabelece um piso salarial nacional para 2,4 milhões profissionais da enfermagem, sendo 781,4 mil contratados pelos municípios. Diante da guerra à pandemia - cuja linha de frente é ocupada por enfermeiros, técnicos, auxiliares e trabalhadores da enfermagem -, é inconcebível tal postura da entidade máxima de representação dos 5.568 municípios brasileiros. Nesta crise sanitária, que coloca o Brasil como o país com o maior número de mortes por Covid-19 registrado entre equipes de enfermagem do mundo, os trabalhadores do setor esperavam o mínimo de respeito e solidariedade da CNM. Longe de ser uma “insensatez” que supostamente levaria administrações municipais ao “colapso fiscal”, como descreve a CNM na carta enviada aos senadores, o PL 2.564/20 é o reconhecimento do trabalhado da categoria, imprescindível para salvar milhares de vidas numa guerra que já matou mais de 400 mil brasileiros diante da omissão criminosa do presidente genocida Jair Bolsonaro.   Enquanto repudia o posicionamento da CNM, a Confetam/CUT e suas federações reiteram o apoio das entidades representativas do Ramo dos Servidores Municipais CUTistas à luta pelos direitos dos trabalhadores da enfermagem, que inclui a defesa do PL 2.564/20 no Congresso Nacional e nos Parlamentos locais. Fortaleza, 3 de maio de 2021. Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal e federações filiadas  



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