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Eleições 2018: dirigentes da Confetam/CUT disputarão vagas na Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas 

Licenciados desde o último dia 7, a presidente Vilani Oliveira, a secretária de Finanças Paula Leite e o diretor de Relações Internacionais Assis Gomes Filho são pré-candidatos.

Escrito por: Déborah Lima • Publicado em: 29/06/2018 - 15:42 • Última modificação: 29/06/2018 - 16:11 Escrito por: Déborah Lima Publicado em: 29/06/2018 - 15:42 Última modificação: 29/06/2018 - 16:11

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A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) convocou para o dia 3 de julho, em Curitiba (PR), reunião extraordinária para oficializar a recomposição da direção nacional em função da desincompatibilização, no último dia 7, dos dirigentes da entidade que disputarão às eleições de 7 de outubro. Ao todo, três diretores da Confetam/CUT confirmaram pré-candidaturas nos estados do Ceará, São Paulo e Rio Grande do Norte. 

Pré-candidata a deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT) de São Paulo, a secretária licenciada de Finanças da entidade, Paula Leite, disputará uma vaga na Câmara dos Deputados, em Brasília. Também pré-candidatos pelo PT, a presidente licenciada, Vilani Oliveira, e o secretário licenciado de Relações Internacionais, Assis Gomes Filho, disputarão vagas de deputada e deputado estadual nas Assembleias Legislativas do Ceará e Rio Grande do Norte, respectivamente.

Sindicalistas no Parlamento

As pré-candidaturas de representantes dos servidores públicos municipais seguem estratégia da Confetam e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) de eleger o maior número possível de sindicalistas para recompor a bancada dos trabalhadores, após baque sofrido nas últimas eleições. Segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a quantidade de dirigentes sindicais no Congresso Nacional teve uma queda considerável nas eleições de 2014, caindo quase à metade: de 83 para 46 parlamentares. 

Estudo do cientista político Adriano Codato, coordenador do Observatório de Elites Políticas e Sociais do Brasil da Universidade Federal do Paraná (UFPR), mostra que dos 513 parlamentares eleitos para a Câmara dos Deputados em 2014, 222 eram de partidos de direita (43,27%), contra 291 pertencentes a legendas de centro ou de esquerda (56,72%). Este foi o segundo aumento consecutivo desde 2006, quando a direita teve o pior desempenho em 18 eleições, divididas em três fases: democracia populista (1945-1962), ditadura militar (1966-1978) e democracia liberal (1982-2014).   

Mandatos a serviço dos trabalhadores

Entre os compromissos assumidos pelos pré-candidatos do serviço público municipal nas eleições de 2018 estão a denúncia dos retrocessos causados pelo golpe que depôs a presidenta Dilma Rousseff, a defesa dos direitos sociais e trabalhistas, da democracia, da soberania nacional e da candidatura do ex-presidente Lula à Presidência da República. Mantido há quase três meses como preso político na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, Lula terá a candidatura registrada pelo PT no dia 15 de agosto. 

Eleitos, os mandatos dos sindicalistas defenderão no Parlamento as propostas da Plataforma da Classe Trabalhadora, entre elas a revogação da reforma trabalhista e de várias medidas equivocadas tomadas após o golpe transvestido de impeachment que levou o vice Michel Temer à Presidência da República .

Dirigentes licenciados da Confetam/CUT que concorrerão às eleições 2018

Vilani Oliveira, presidente licenciada, candidata a deputada estadual pelo PT do Ceará

Paula Leite, secretária licenciada de Finanças, candidata a deputada federal pelo PT de São Paulo

Assis Gomes Filho, secretário licenciado de Relações Internacionais, candidato a deputado estadual pelo PT do Rio Grande do Norte

Com informações do Diap e da CUT Brasil

Título: Eleições 2018: dirigentes da Confetam/CUT disputarão vagas na Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas , Conteúdo: A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) convocou para o dia 3 de julho, em Curitiba (PR), reunião extraordinária para oficializar a recomposição da direção nacional em função da desincompatibilização, no último dia 7, dos dirigentes da entidade que disputarão às eleições de 7 de outubro. Ao todo, três diretores da Confetam/CUT confirmaram pré-candidaturas nos estados do Ceará, São Paulo e Rio Grande do Norte.  Pré-candidata a deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT) de São Paulo, a secretária licenciada de Finanças da entidade, Paula Leite, disputará uma vaga na Câmara dos Deputados, em Brasília. Também pré-candidatos pelo PT, a presidente licenciada, Vilani Oliveira, e o secretário licenciado de Relações Internacionais, Assis Gomes Filho, disputarão vagas de deputada e deputado estadual nas Assembleias Legislativas do Ceará e Rio Grande do Norte, respectivamente. Sindicalistas no Parlamento As pré-candidaturas de representantes dos servidores públicos municipais seguem estratégia da Confetam e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) de eleger o maior número possível de sindicalistas para recompor a bancada dos trabalhadores, após baque sofrido nas últimas eleições. Segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a quantidade de dirigentes sindicais no Congresso Nacional teve uma queda considerável nas eleições de 2014, caindo quase à metade: de 83 para 46 parlamentares.  Estudo do cientista político Adriano Codato, coordenador do Observatório de Elites Políticas e Sociais do Brasil da Universidade Federal do Paraná (UFPR), mostra que dos 513 parlamentares eleitos para a Câmara dos Deputados em 2014, 222 eram de partidos de direita (43,27%), contra 291 pertencentes a legendas de centro ou de esquerda (56,72%). Este foi o segundo aumento consecutivo desde 2006, quando a direita teve o pior desempenho em 18 eleições, divididas em três fases: democracia populista (1945-1962), ditadura militar (1966-1978) e democracia liberal (1982-2014).    Mandatos a serviço dos trabalhadores Entre os compromissos assumidos pelos pré-candidatos do serviço público municipal nas eleições de 2018 estão a denúncia dos retrocessos causados pelo golpe que depôs a presidenta Dilma Rousseff, a defesa dos direitos sociais e trabalhistas, da democracia, da soberania nacional e da candidatura do ex-presidente Lula à Presidência da República. Mantido há quase três meses como preso político na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, Lula terá a candidatura registrada pelo PT no dia 15 de agosto.  Eleitos, os mandatos dos sindicalistas defenderão no Parlamento as propostas da Plataforma da Classe Trabalhadora, entre elas a revogação da reforma trabalhista e de várias medidas equivocadas tomadas após o golpe transvestido de impeachment que levou o vice Michel Temer à Presidência da República . Dirigentes licenciados da Confetam/CUT que concorrerão às eleições 2018 Vilani Oliveira, presidente licenciada, candidata a deputada estadual pelo PT do Ceará Paula Leite, secretária licenciada de Finanças, candidata a deputada federal pelo PT de São Paulo Assis Gomes Filho, secretário licenciado de Relações Internacionais, candidato a deputado estadual pelo PT do Rio Grande do Norte Com informações do Diap e da CUT Brasil



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