Webmail CUT

Acesse seu Webmail CUT


Login CUT

Acesse a CUT

Esqueceu a senha?

Nota Oficial: Calar jornalistas é calar a Democracia

Confetam repudia agressões praticadas por Jair Bolsonaro contra jornalistas e veículos de imprensa

Escrito por: Confetam • Publicado em: 06/05/2020 - 11:09 • Última modificação: 13/05/2020 - 14:39 Escrito por: Confetam Publicado em: 06/05/2020 - 11:09 Última modificação: 13/05/2020 - 14:39

Confetam

A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) repudia com veemência as sistemáticas agressões praticadas pelo presidente Jair Bolsonaro contra jornalistas e veículos de imprensa.

A histeria do autoritário mandatário chegou ao limite nesta terça-feira (05), quando mais uma vez atacou os jornalistas e estimulou seus apoiadores a hostilizá-los, na porta do Palácio da Alvorada.

Aos gritos, o mandatário interrompeu os profissionais: “Cala a boca, cala a boca”. Os repórteres estavam perguntando se a troca do superintendente da Polícia Federal no Rio tinha como objetivo a proteção de sua família.

Com este gesto, o bolsonarismo repete o ato vil do general Newton Cruz, lembrado por agredir ao vivo o jornalista Honório Dantas, em 1983, antepenúltimo ano em que o Brasil ainda se via em ditadura militar. No momento, eternizado em vídeo, Newton manda o profissional se calar depois de ser questionado sobre a falta de democracia no Brasil.

De acordo Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), o atual presidente é o maior responsável por ataques à liberdade de imprensa no país. Somente no ano de 2020 Bolsonaro proferiu 179 ataques à imprensa, sendo 28 ocorrências de agressões diretas a jornalistas, duas ocorrências direcionadas à FENAJ e 149 tentativas de descredibilização do setor.

É hora das instituições democráticas, como o Suprema Tribunal Federal, a Procuradoria Geral da República e o Congresso Nacional, processarem Bolsonaro pelos ataques à Constituição.

É inadmissível que um presidente use o seu mandato para agir contra os direitos constitucionais, como as liberdades de expressão e imprensa, e os tratados internacionais, os quais o Brasil é signatário.

O serviço público municipal brasileiro, que conta inclusive com jornalistas em suas fileiras, se une às demais entidades da classe e reforça: os jornalistas não se intimidarão.

Tentar calar jornalistas é calar a Democracia!

Fora Bolsonaro e seu governo do ódio!

 

 
Título: Nota Oficial: Calar jornalistas é calar a Democracia, Conteúdo: A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) repudia com veemência as sistemáticas agressões praticadas pelo presidente Jair Bolsonaro contra jornalistas e veículos de imprensa. A histeria do autoritário mandatário chegou ao limite nesta terça-feira (05), quando mais uma vez atacou os jornalistas e estimulou seus apoiadores a hostilizá-los, na porta do Palácio da Alvorada. Aos gritos, o mandatário interrompeu os profissionais: “Cala a boca, cala a boca”. Os repórteres estavam perguntando se a troca do superintendente da Polícia Federal no Rio tinha como objetivo a proteção de sua família. Com este gesto, o bolsonarismo repete o ato vil do general Newton Cruz, lembrado por agredir ao vivo o jornalista Honório Dantas, em 1983, antepenúltimo ano em que o Brasil ainda se via em ditadura militar. No momento, eternizado em vídeo, Newton manda o profissional se calar depois de ser questionado sobre a falta de democracia no Brasil. De acordo Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), o atual presidente é o maior responsável por ataques à liberdade de imprensa no país. Somente no ano de 2020 Bolsonaro proferiu 179 ataques à imprensa, sendo 28 ocorrências de agressões diretas a jornalistas, duas ocorrências direcionadas à FENAJ e 149 tentativas de descredibilização do setor. É hora das instituições democráticas, como o Suprema Tribunal Federal, a Procuradoria Geral da República e o Congresso Nacional, processarem Bolsonaro pelos ataques à Constituição. É inadmissível que um presidente use o seu mandato para agir contra os direitos constitucionais, como as liberdades de expressão e imprensa, e os tratados internacionais, os quais o Brasil é signatário. O serviço público municipal brasileiro, que conta inclusive com jornalistas em suas fileiras, se une às demais entidades da classe e reforça: os jornalistas não se intimidarão. Tentar calar jornalistas é calar a Democracia! Fora Bolsonaro e seu governo do ódio!    



Informativo CONFETAM

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.