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Vitória dos trabalhadores: presidente da Câmara adia reforma administrativa

Sem votos garantidos para aprovar a PEC 32 no Plenário da Casa e no Senado, Arthur Lira diz que dará prioridade a precatórios e combustíveis

Escrito por: Raphael Di Cunto | Valor Econômico • Publicado em: 01/10/2021 - 14:19 • Última modificação: 01/10/2021 - 16:11 Escrito por: Raphael Di Cunto | Valor Econômico Publicado em: 01/10/2021 - 14:19 Última modificação: 01/10/2021 - 16:11

ARQUIVO PESSOAL Proposta por Bolsonaro, PEC foi derrotada temporariamente pela pressão dos servidores

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou a aliados que priorizará nas próximas semanas a discussão em torno dos precatórios e dos combustíveis e que a reforma administrativa ficará para, pelo menos, depois da semana do feriado de 12 de outubro. Há grande resistência entre os parlamentares a votar o texto hoje.

O entendimento entre os líderes é de que a aprovação é muito difícil por causa das resistências ao tema e, principalmente, da proximidade das eleições, que ocorrerão em um ano. Há grande mobilização de servidores federais, estaduais e municipais e pouco apoio do governo Bolsonaro, que tem se dedicado mais a outros assuntos.

Além disso, há dúvidas sobre se o Senado teria empenho em fazer andar a proposta. Governistas lembram que apenas 27 dos 81 senadores terão que renovar seus mandatos em 2022, o que diminuiria a influência das eleições, mas os contrários citam que há outros senadores interessados na disputa ao governo e que a Casa já tem sido resistentes a muitos dos projetos do Executivo.

Título: Vitória dos trabalhadores: presidente da Câmara adia reforma administrativa, Conteúdo: O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou a aliados que priorizará nas próximas semanas a discussão em torno dos precatórios e dos combustíveis e que a reforma administrativa ficará para, pelo menos, depois da semana do feriado de 12 de outubro. Há grande resistência entre os parlamentares a votar o texto hoje. O entendimento entre os líderes é de que a aprovação é muito difícil por causa das resistências ao tema e, principalmente, da proximidade das eleições, que ocorrerão em um ano. Há grande mobilização de servidores federais, estaduais e municipais e pouco apoio do governo Bolsonaro, que tem se dedicado mais a outros assuntos. Além disso, há dúvidas sobre se o Senado teria empenho em fazer andar a proposta. Governistas lembram que apenas 27 dos 81 senadores terão que renovar seus mandatos em 2022, o que diminuiria a influência das eleições, mas os contrários citam que há outros senadores interessados na disputa ao governo e que a Casa já tem sido resistentes a muitos dos projetos do Executivo.



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