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Senado impõe derrota ao governo e derruba veto a reajuste de servidores

Derrubado por 42 votos a 30, veto segue agora para Câmara onde precisa de pelo menos 257 votos. Sessão que começaria às 19h de ontem (19) foi transferida para às 15h dessa quinta (20).

Escrito por: Fetamce com informações da Agência Senado • Publicado em: 20/08/2020 - 10:47 • Última modificação: 20/08/2020 - 10:56 Escrito por: Fetamce com informações da Agência Senado Publicado em: 20/08/2020 - 10:47 Última modificação: 20/08/2020 - 10:56

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Em uma derrota para o Governo Federal, por 42 votos a 30, o Senado Federal decidiu, nesta quarta-feira (19), derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que impedia a concessão de reajustes a algumas carreiras do funcionalismo público até o fim de 2021.

O texto, que colocava profissionais de segurança pública, saúde, e educação em uma lista de exceções sobre as quais a restrição a reajustes salariais não recairia, havia sido aprovado pelos parlamentares dentro do pacote de socorro financeiro a estados e municípios, mas acabou sendo barrada por Bolsonaro após pressão da equipe econômica e em acordo com governadores e prefeitos.

O Veto 17/20, ligado à LC 173/20, segue agora para a Câmara dos Deputados onde ainda precisa de pelo menos 257 votos. A sessão na Câmara que estava prevista para as 19 horas de ontem (19) foi transferida para às 15h dessa quinta (20).

Para as entidades de defesa do serviço e dos servidores públicos a mobilização segue sendo fundamental. É preciso buscar apoio junto aos deputados federais.

Governo foi surpreendido

O resultado pegou de surpresa não apenas membros do governo, mas alguns senadores que trabalhavam para derrotar o Palácio do Planalto no tema. Poucas horas depois da votação, o ministro Paulo Guedes, da Economia, subiu o tom contra os senadores.

Título: Senado impõe derrota ao governo e derruba veto a reajuste de servidores, Conteúdo: Em uma derrota para o Governo Federal, por 42 votos a 30, o Senado Federal decidiu, nesta quarta-feira (19), derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que impedia a concessão de reajustes a algumas carreiras do funcionalismo público até o fim de 2021. O texto, que colocava profissionais de segurança pública, saúde, e educação em uma lista de exceções sobre as quais a restrição a reajustes salariais não recairia, havia sido aprovado pelos parlamentares dentro do pacote de socorro financeiro a estados e municípios, mas acabou sendo barrada por Bolsonaro após pressão da equipe econômica e em acordo com governadores e prefeitos. O Veto 17/20, ligado à LC 173/20, segue agora para a Câmara dos Deputados onde ainda precisa de pelo menos 257 votos. A sessão na Câmara que estava prevista para as 19 horas de ontem (19) foi transferida para às 15h dessa quinta (20). Para as entidades de defesa do serviço e dos servidores públicos a mobilização segue sendo fundamental. É preciso buscar apoio junto aos deputados federais. Governo foi surpreendido O resultado pegou de surpresa não apenas membros do governo, mas alguns senadores que trabalhavam para derrotar o Palácio do Planalto no tema. Poucas horas depois da votação, o ministro Paulo Guedes, da Economia, subiu o tom contra os senadores.



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