Webmail CUT

Acesse seu Webmail CUT


Login CUT

Acesse a CUT

Esqueceu a senha?

Servidores de Blumenau anunciam greve a partir de 8 de junho

Na próxima semana, eles se reúnem para planejar a construção de uma grande mobilização em defesa dos direitos dos servidores

Escrito por: Confetam/CUT • Publicado em: 24/05/2016 - 13:59 • Última modificação: 25/05/2016 - 17:00 Escrito por: Confetam/CUT Publicado em: 24/05/2016 - 13:59 Última modificação: 25/05/2016 - 17:00

. Assembleia reuniu 1.700 servidores no dia 10 de março

Os servidores públicos municipais de Blumenau decidiram entrar em greve a partir do dia 8 de junho, data em que ficará caracterizado o descumprimento da Lei Complementar nº 932/2014, que prevê a reposição integral do INPC dos últimos 12 meses (9,83%), mais 1% de ganho real na folha do mês de maio. Firmado no fim da greve de 2014, o acordo foi descumprido, mesmo tendo sido homologado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina. 

O governo do prefeito Napoleão Bernardes manteve a proposta de parcelamento do reajuste salarial em cinco vezes, sendo 3% na folha de maio/2016, 2% na folha de novembro/2016, 2% na folha de dezembro/2016, 2% na folha de janeiro/2017 e 1,83% na folha de fevereiro/2017. A proposta foi rejeitada por ampla maioria na assembleia, realizada na manhã do dia 10 de maio. 

Não à retirada de direitos

Além da greve, os servidores autorizaram o Sindicato Único dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Blumenau (Sintraseb) a tomar as medidas judiciais cabíveis para garantir o cumprimento da Lei 932/14 e do acordo.

Uma reunião de representantes por local de trabalho será convocada para a próxima semana com o objetivo de discutir as estratégias de luta e a construção de uma grande mobilização em defesa dos direitos dos servidores.

Dia de mobilização

Em 10 de maio, mais de 1.700 servidores participaram do Dia de Mobilização e Luta da Campanha Salarial 2016.

No período da manhã, conforme convocação da assembleia, os servidores rejeitaram a proposta de parcelamento do INPC e acataram o encaminhamento dos representantes por local de trabalho, aprovando o Dia de Paralisação como forma de protesto, esperando que a Prefeitura apresentasse uma nova proposta a ser apreciada em assembleia no fim da tarde.

Em um rápido encontro, após o Sindicato notificar a Administração sobre a decisão da assembleia, o governo anunciou à comissão de negociação que não apresentaria nova proposta, mantendo o parcelamento.

Fonte: Sintraseb

Título: Servidores de Blumenau anunciam greve a partir de 8 de junho, Conteúdo: Os servidores públicos municipais de Blumenau decidiram entrar em greve a partir do dia 8 de junho, data em que ficará caracterizado o descumprimento da Lei Complementar nº 932/2014, que prevê a reposição integral do INPC dos últimos 12 meses (9,83%), mais 1% de ganho real na folha do mês de maio. Firmado no fim da greve de 2014, o acordo foi descumprido, mesmo tendo sido homologado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina.  O governo do prefeito Napoleão Bernardes manteve a proposta de parcelamento do reajuste salarial em cinco vezes, sendo 3% na folha de maio/2016, 2% na folha de novembro/2016, 2% na folha de dezembro/2016, 2% na folha de janeiro/2017 e 1,83% na folha de fevereiro/2017. A proposta foi rejeitada por ampla maioria na assembleia, realizada na manhã do dia 10 de maio.  Não à retirada de direitos Além da greve, os servidores autorizaram o Sindicato Único dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Blumenau (Sintraseb) a tomar as medidas judiciais cabíveis para garantir o cumprimento da Lei 932/14 e do acordo. Uma reunião de representantes por local de trabalho será convocada para a próxima semana com o objetivo de discutir as estratégias de luta e a construção de uma grande mobilização em defesa dos direitos dos servidores. Dia de mobilização Em 10 de maio, mais de 1.700 servidores participaram do Dia de Mobilização e Luta da Campanha Salarial 2016. No período da manhã, conforme convocação da assembleia, os servidores rejeitaram a proposta de parcelamento do INPC e acataram o encaminhamento dos representantes por local de trabalho, aprovando o Dia de Paralisação como forma de protesto, esperando que a Prefeitura apresentasse uma nova proposta a ser apreciada em assembleia no fim da tarde. Em um rápido encontro, após o Sindicato notificar a Administração sobre a decisão da assembleia, o governo anunciou à comissão de negociação que não apresentaria nova proposta, mantendo o parcelamento. Fonte: Sintraseb



Informativo CONFETAM

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.