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Servidores e prefeitura de Maceió tentam conciliação sobre reajuste salarial

Audiência foi realizada hoje no Tribunal de Justiça. Em greve há mais de 40 dias, categoria pede aumento de 15,41%.

Escrito por: Larissa Bastos e Patrícia Mendonça/Gazetaweb.com • Publicado em: 30/08/2018 - 16:47 • Última modificação: 30/08/2018 - 16:58 Escrito por: Larissa Bastos e Patrícia Mendonça/Gazetaweb.com Publicado em: 30/08/2018 - 16:47 Última modificação: 30/08/2018 - 16:58

PATRÍCIA MENDONÇA Servidores se reúnem no TJ para tentar acordo sobre reajuste salarial

Depois de terem o reajuste salarial de 3% aprovado pelos vereadores de Maceió, servidores municipais se reuniram, nesta quinta-feira (30), com a prefeitura, para tentar por um fim ao impasse entre as duas partes. Em greve há mais de 40 dias, os funcionários públicos da capital pedem reajuste de 15,41%.

A audiência da conciliação aconteceu a portas fechadas no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). Além dos representantes sindicais, participaram também o secretário de Gestão, Reinaldo Braga, o representante da Procuradoria-Geral, Rodrigo Albuquerque de Victor, e o procurador Mário Roberto Torres.

Enquanto a reunião era realizada, um grupo de servidores se juntou em frente ao TJ para protestar contra o reajuste de 3%. Eles também aproveitaram para criticar a posição da Câmara de Vereadores de Maceió, que, segundo a categoria, teria aprovado o projeto de lei de maneira diferente da que foi acordada.

"Foi uma traição do que foi acordado. Eles se comprometeram com o conjunto dos servidores e disseram que segurariam até que houvesse essa audiência, que já estava marcada. Eles aguardariam para ter elementos para avaliar o projeto", explica Girlene Lázaro, diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal).

De acordo com ela, o aumento foi aprovado pelos parlamentares uma semana antes, ainda no dia 21 de agosto. O funcionalismo municipal pede 15,41% de reposição inflacionária, além do retroativo de janeiro de 2018, mês que acontece a data-base. Até o momento, a greve é considerada legal pela Justiça.

Uma das principais preocupações da classe, porém, é que a paralisação se torne ilegal. Diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência, Sidines da Silva explica que a aprovação de um percentual de reajuste pode alterar o quadro.

"Até o momento, a greve é legal devido ao pleito que é a questão do descumprimento do Plano de Cargos e Carreiras e a data-base ainda em janeiro, só que o projeto foi aprovado pelos vereadores e, provavelmente, já sancionado pelo prefeito, então, é um fato novo que pode fazer com que o município entre na Justiça pleiteando o fim, porque, em tese, o objeto da greve se extingue depois da aprovação do reajuste".

Título: Servidores e prefeitura de Maceió tentam conciliação sobre reajuste salarial, Conteúdo: Depois de terem o reajuste salarial de 3% aprovado pelos vereadores de Maceió, servidores municipais se reuniram, nesta quinta-feira (30), com a prefeitura, para tentar por um fim ao impasse entre as duas partes. Em greve há mais de 40 dias, os funcionários públicos da capital pedem reajuste de 15,41%. A audiência da conciliação aconteceu a portas fechadas no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). Além dos representantes sindicais, participaram também o secretário de Gestão, Reinaldo Braga, o representante da Procuradoria-Geral, Rodrigo Albuquerque de Victor, e o procurador Mário Roberto Torres. Enquanto a reunião era realizada, um grupo de servidores se juntou em frente ao TJ para protestar contra o reajuste de 3%. Eles também aproveitaram para criticar a posição da Câmara de Vereadores de Maceió, que, segundo a categoria, teria aprovado o projeto de lei de maneira diferente da que foi acordada. Foi uma traição do que foi acordado. Eles se comprometeram com o conjunto dos servidores e disseram que segurariam até que houvesse essa audiência, que já estava marcada. Eles aguardariam para ter elementos para avaliar o projeto, explica Girlene Lázaro, diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal). De acordo com ela, o aumento foi aprovado pelos parlamentares uma semana antes, ainda no dia 21 de agosto. O funcionalismo municipal pede 15,41% de reposição inflacionária, além do retroativo de janeiro de 2018, mês que acontece a data-base. Até o momento, a greve é considerada legal pela Justiça. Uma das principais preocupações da classe, porém, é que a paralisação se torne ilegal. Diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência, Sidines da Silva explica que a aprovação de um percentual de reajuste pode alterar o quadro. Até o momento, a greve é legal devido ao pleito que é a questão do descumprimento do Plano de Cargos e Carreiras e a data-base ainda em janeiro, só que o projeto foi aprovado pelos vereadores e, provavelmente, já sancionado pelo prefeito, então, é um fato novo que pode fazer com que o município entre na Justiça pleiteando o fim, porque, em tese, o objeto da greve se extingue depois da aprovação do reajuste.



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