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NOTA DE SOLIDARIEDADE E APOIO À GREVE GERAL NA ARGENTINA

A experiência recente na América Latina demonstra que reformas baseadas na retirada de direitos não geram desenvolvimento sustentável nem justiça social. Ao contrário, aprofundam desigualdades.

Publicado: 20 Fevereiro, 2026 - 21h11

Escrito por: Alison Marques

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) manifesta sua solidariedade às centrais sindicais argentinas (CGT, CTA-T e CTA-A) e à classe trabalhadora da Argentina, que realiza uma histórica Greve Geral em defesa de direitos e da democracia.

Acompanhamos com preocupação os ataques promovidos pelo governo de Javier Milei aos direitos sociais e trabalhistas. Sob o argumento de “modernização”, avançam medidas que precarizam relações de trabalho, enfraquecem a organização sindical e ampliam desigualdades.

Reafirmamos que a retirada de direitos não gera desenvolvimento nem justiça social. Repudiamos qualquer tentativa de criminalização da luta sindical e do direito legítimo de greve. A luta do povo argentino é parte da luta de toda a classe trabalhadora latino-americana por dignidade e soberania.

Jucélia Vargas

Presidenta da Confetam/CUT